Categorias
Sem categoria

Luz adequada melhora a concentração e o sono de crianças com Síndrome de Down


Especialista explica como a iluminação pode estimular o desenvolvimento cognitivo e promover o bem-estar infantil

No dia 21 de março, é celebrado o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data de conscientização global que busca garantir os direitos e oportunidades das pessoas com essa condição genética. Oficialmente reconhecida pela ONU desde 2012, a data simboliza a trissomia do cromossomo 21, que caracteriza a síndrome. Estima-se que, no Brasil, haja cerca de 270 mil pessoas com Síndrome de Down, e no mundo, a incidência seja de 1 a cada 1.000 nascimentos.

A Síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição genética que pode estar associada a algumas questões de saúde. No entanto, o desenvolvimento intelectual das crianças com a síndrome depende diretamente dos estímulos e incentivos que recebem, especialmente nos primeiros anos de vida. Nesse contexto, a iluminação adequada pode ser uma aliada no aprendizado, na concentração e no relaxamento dessas crianças.

De acordo com a especialista em iluminação saudável Adriana Tedesco, um projeto luminotécnico bem planejado pode contribuir significativamente para o desenvolvimento cognitivo e o bem-estar das crianças com Síndrome de Down. “Cada criança é única e, por isso, a personalização dos ambientes é essencial. Criar cenários luminosos mais lúdicos, com formas circulares e orgânicas, aumenta a interação e melhora as respostas às atividades propostas”, explica.

Para estimular o aprendizado e a concentração, Adriana recomenda a sincronização da iluminação com o ritmo biológico da criança. “É importante que a luz elétrica acompanhe a passagem do tempo, mudando de cor e intensidade ao longo do dia. Isso ajuda a manter a atenção e o foco nas atividades sem interferir no equilíbrio natural do organismo”, destaca.

Já para promover o relaxamento e melhorar a qualidade do sono, a especialista sugere ajustes na iluminação noturna. “A partir das 20h, o ambiente deve ser preparado para estimular a síntese de melatonina, hormônio do sono. O ideal é utilizar uma iluminação mais quente, em torno de 1800K, que tem efeito calmante e melhora a profundidade do sono”, orienta.

A exposição à luz natural também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento infantil. “Uma dica simples e eficaz é expor a criança à luz do sol logo ao acordar, seja na varanda, no quintal ou até mesmo na janela. Poucos minutos são suficientes para regular o relógio biológico”, explica Adriana. Além disso, a luz natural deve ser considerada nos projetos de iluminação para contribuir com o equilíbrio do organismo.

Entre os erros mais comuns na iluminação residencial, Adriana alerta para o uso de lâmpadas de tonalidade branca durante a noite. “A luz branca contém uma alta quantidade de espectro azul, que ativa o sistema de alerta do cérebro, dificultando o relaxamento e prejudicando a produção de melatonina”, explica.

Para adaptar a iluminação às necessidades das crianças com Síndrome de Down, a tecnologia pode ser uma grande aliada. Segundo Adriana, há diversas soluções inovadoras que podem ser aplicadas tanto em casa quanto em escolas. “Iluminação dinâmica para regular o ritmo circadiano, luminárias lúdicas com formas orgânicas, projeções de imagens da natureza e até caminhos iluminados com neon LED são recursos que ajudam a reduzir o estresse, aumentar a concentração e estimular o aprendizado de forma mais interativa e agradável”, afirma.

Com a iluminação adequada, é possível criar ambientes mais acolhedores e funcionais, promovendo uma melhor qualidade de vida e bem-estar para as crianças com Síndrome de Down. “A luz tem um impacto direto na química do cérebro, e pequenas mudanças na iluminação podem trazer grandes benefícios no dia a dia dessas crianças”, conclui Adriana Tedesco.

Categorias
Sem categoria

Iluminação saudável impulsiona bem-estar emocional e ajuda na retomada após início do ano


Em meio à campanha Janeiro Branco, especialista reforça como ajustes de luz influenciam humor, energia e equilíbrio mental

O Janeiro Branco, campanha voltada à conscientização sobre saúde mental, marca um período de reflexão e reorganização emocional após o ritmo acelerado das festas de fim de ano. Nesse contexto, especialistas chamam atenção para elementos do ambiente que influenciam diretamente o equilíbrio psicológico — e a iluminação está entre os mais determinantes. A luz regula o ciclo circadiano, interfere em hormônios ligados ao humor e impacta no nível de energia, foco e estabilidade emocional.

Com o retorno da rotina, ajustar a iluminação natural e artificial se torna uma estratégia eficaz para criar ambientes que favoreçam a calma, produtividade e retomada de hábitos mais saudáveis. A especialista em Iluminação Saudável Adriana Tedesco destaca que compreender como a luz atua no organismo é fundamental para transformar a casa e o trabalho em aliados do bem-estar.

Segundo Adriana, a relação entre iluminação e emoções é direta. “A luz é uma das linguagens do corpo. Ela organiza o ritmo biológico, influencia o humor e controla os níveis de energia. Quando o ambiente está bem iluminado de forma adequada ao momento do dia, a mente responde com mais clareza, disposição e estabilidade emocional.”

A especialista alerta que alguns erros comuns comprometem o bem-estar. “O maior problema é o excesso de luz branca e intensa à noite, que confunde o cérebro, aumenta o estado de alerta e prejudica o processo de desligamento. Outra questão é a pouca exposição à luz natural durante o dia, especialmente em locais de trabalho. Essa combinação resulta em cansaço, irritabilidade e baixa motivação.”

Para quem busca retomar hábitos saudáveis no início do ano, Adriana recomenda uma dinâmica luminosa mais orgânica. “A luz branca pela manhã e no início da tarde aumenta a disposição e estimula a produtividade. Já a luz quente no final da tarde e à noite ajuda a suavizar o ritmo e preparar o corpo para o descanso. Esse ciclo facilita a organização mental e reforça comportamentos positivos, como rotina de sono e constância nas atividades.”

A especialista também ressalta a importância da integração entre luz natural e artificial. “A luz natural deve ser priorizada sempre que possível. Ela é a fonte mais eficiente para regular o relógio biológico. A luz artificial entra como complemento: mais neutra ao longo do dia e mais quente à noite. Essa combinação melhora o humor e favorece o equilíbrio emocional.”

Para começar o ano de forma mais alinhada ao bem-estar, Adriana recomenda três passos simples. “Valorize ao máximo a luz natural; reduza drasticamente a luz branca durante a noite; e crie pontos de luz quente e suave para momentos de descanso. São ajustes acessíveis e que impactam diretamente a calma, a produtividade e a estabilidade emocional ao longo de todo o ano.”

Categorias
Sem categoria

Iluminação adequada ajuda a reduzir ansiedade e esgotamento emocional da Dezembrite


Especialista em Iluminação Saudável explica como ajustes de luz podem aliviar a sobrecarga típica do fim de ano

O mês de dezembro costuma marcar uma fase de forte sobrecarga emocional. Entre metas não cumpridas, agenda cheia, pressão por celebrações e o balanço natural do ano, muitas pessoas vivenciam a chamada “Dezembrite” — um estado caracterizado por ansiedade, esgotamento mental e maior sensibilidade emocional. Estudos em neurociência ambiental mostram que a iluminação é um dos estímulos que mais influenciam o humor e a regulação do sistema nervoso, afetando diretamente a sensação de bem-estar, descanso e disposição.

Em um cenário em que o cansaço físico e a fadiga mental se acumulam, a iluminação saudável se destaca como uma ferramenta prática e acessível para modular emoções e criar uma atmosfera mais acolhedora. De acordo com a especialista em Iluminação Saudável Adriana Tedesco, ajustes simples na luz do ambiente podem fazer diferença significativa para quem enfrenta o peso emocional do fim de ano.

Segundo Adriana, a iluminação é capaz de ajudar o corpo a desacelerar. “Quando estamos emocionalmente mais sensíveis, a luz atua como um regulador. Lâmpadas mais quentes e difusas diminuem a sensação de alerta, ajudam o sistema nervoso a entrar em estado de calma e reduzem a intensidade das emoções negativas. A iluminação suave sinaliza ao cérebro que é possível relaxar”, explica.

A especialista destaca que, diante da pressão social por felicidade e celebração constante, escolher a luz certa pode ser um respiro emocional. “Temperaturas de cor entre 2.700 K e 3.000 K, com baixa intensidade e difusão homogênea, criam um ambiente acolhedor. Esse tipo de luz reduz a sensação de exposição e promove conforto, mesmo em momentos sociais, o que suaviza o desgaste emocional.”

O excesso de tarefas típico de dezembro também intensifica a fadiga cerebral — e, mais uma vez, a luz tem papel importante. Adriana explica que a hiperestimulação luminosa pode aumentar o cansaço mental. “Luz indireta, sem brilho excessivo, diminui a demanda cognitiva. Durante as atividades, optar por iluminação neutra favorece o foco; depois, suavizar a luz durante pequenas pausas ajuda o cérebro a alternar entre atenção e descanso.”

O sono, frequentemente afetado nessa época, também se beneficia de ajustes simples. “A partir do fim da tarde, é essencial eliminar a luz branca e azulada. Luzes quentes ou âmbar, posicionadas abaixo da linha dos olhos e em intensidades baixas, favorecem a liberação de melatonina. Mesmo com a sobrecarga emocional, isso prepara o corpo para um descanso mais profundo”, afirma.

Adriana recomenda incluir a iluminação nas práticas de autocuidado de dezembro. “A luz pode se tornar um ritual de bem-estar. Acender uma luminária suave para relaxar ou usar a iluminação natural para respirar e pausar transforma o autocuidado em um hábito. A luz é um suporte emocional diário, silencioso e constante, especialmente importante no fim do ano.”

Categorias
Sem categoria

Dislexia afeta 8 milhões no Brasil e a luz elétrica certa pode facilitar o aprendizado


No mês de conscientização sobre a dislexia, especialista em iluminação saudável explica como o tipo de luz pode impactar o foco, o bem-estar e a autoestima de quem enfrenta o transtorno

Novembro é o mês de conscientização sobre a dislexia, uma condição que atinge cerca de 8 milhões de brasileiros — o equivalente a 5% da população, segundo estimativas do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Dislexia. Geralmente identificada entre os 5 e 7 anos de idade, quando a alfabetização começa, a dislexia se manifesta por dificuldades na leitura, na escrita e na associação de sons às letras, mas não compromete a inteligência nem o potencial de aprendizado. Apesar de comum, o transtorno ainda é cercado por desinformação e pode gerar impactos emocionais e sociais, especialmente em ambientes pouco adaptados às necessidades de quem convive com ele.

O que nem todos sabem é que a iluminação pode se tornar uma aliada importante nesse processo. De acordo com Adriana Tedesco, especialista em Iluminação Saudável, o tipo de luz elétrica ao qual a pessoa está exposta pode influenciar diretamente a concentração, o conforto e até a autoestima. “A iluminação projetada de forma adaptativa pode contribuir para aumentar o bem-estar e a concentração de pessoas com dislexia. Respeitar as necessidades dos usuários é essencial para o desenvolvimento de um projeto de iluminação mais assertivo, pois a luz adaptativa atenderá especificamente as maiores dificuldades das condições que caracterizam cérebros neuroatípicos”, explica.

Segundo Adriana, pequenos ajustes na luz já fazem grande diferença. “O objetivo principal é aumentar a intensidade luminosa na temperatura de cor mais branca, para ajudar no foco e na concentração. Também é importante diminuir contrastes e ofuscamentos causados pela luz, dar preferência à iluminação difusa e uniforme e permitir o ajuste tanto da temperatura de cor quanto da intensidade, para que o próprio usuário possa escolher seu cenário de acordo com as atividades exercidas”, orienta.

A especialista ressalta a importância de valorizar a luz natural, que tem um papel fundamental no equilíbrio emocional. “Ela deve ser mais explorada, abrindo possibilidades para que esteja presente nos espaços. A luz elétrica atua como coadjuvante em locais que aproveitam bem a luz natural e como protagonista quando há carência dela. Ambas, quando bem projetadas, contribuem para a regulação do humor e a produção de serotonina, melhorando o equilíbrio geral do organismo”, afirma.

Durante momentos de leitura e estudo, Adriana recomenda luzes mais brancas e intensas, como as de 4000K, aplicadas de forma difusa e uniforme. Além de favorecer o desempenho visual e cognitivo, ela explica que a iluminação saudável tem impacto direto na saúde integral. “Quando projetada de forma dinâmica, simulando a rota do sol ao longo do dia, e adaptativa, respeitando as necessidades de cada pessoa, a luz elétrica contribui para o equilíbrio dos biorritmos e promove mais tranquilidade e autoestima”, completa.

Por fim, a especialista alerta para um detalhe técnico importante: pessoas com dislexia e outros cérebros neuroatípicos são mais sensíveis ao flicker dos LEDs — o leve pulsar da luz, imperceptível para muitos, mas incômodo para alguns. “É essencial utilizar luminárias que atendam a protocolos de saúde. Somente um bom Lighting Designer, conhecedor desses aspectos, poderá avaliar corretamente os produtos seguros a serem usados em um projeto de iluminação”, reforça Adriana.

Em um mês voltado à conscientização e ao acolhimento, o lembrete é simples, mas poderoso: a luz certa pode iluminar muito mais do que um ambiente — pode transformar a experiência de aprendizado e o bem-estar de milhões de pessoas.

Categorias
Sem categoria

Luz elétrica ajuda a estimular brincadeiras e afastar crianças das telas


Dia das Crianças se aproxima evidenciando a importância de estratégias para incentivar outras brincadeiras

Em um cenário onde crianças e adolescentes estão cada vez mais conectados, os pais enfrentam um desafio crescente: incentivar os filhos a se desligarem das telas e explorarem atividades que promovam seu desenvolvimento. Dados recentes do IBGE, em sua última pesquisa realizada em 2024, mostram que 88,9% da população brasileira de 10 anos ou mais possuía celular para uso pessoal em 2024. Nesse mesmo ano, apenas 56,5% das pessoas de 10 a 13 anos tinham telefone celular próprio. Esse contraste evidencia a urgência de estratégias para estimular brincadeiras e interações além do mundo digital, especialmente nas faixas etárias mais jovens.

A Sociedade Brasileira de Pediatria é clara em sua orientação: crianças menores de 2 anos de idade não devem ser expostas a telas, enquanto crianças entre 2 e 5 anos devem ter o tempo de tela limitado a, no máximo, uma hora por dia. Já crianças entre 6 e 10 anos devem utilizar telas por até duas horas diárias, e crianças maiores e adolescentes, entre 11 e 18 anos, não devem ultrapassar o tempo limite de três horas de tela por dia, incluindo o uso de televisão e videogames.

O ato de brincar é essencial para o desenvolvimento infantil. Além de ser uma atividade prazerosa, ele promove habilidades fundamentais como criatividade, empatia, colaboração e a capacidade de se relacionar com os outros. “Brincar alivia o estresse e aumenta a sensação de bem-estar. Quando as crianças são privadas dessa oportunidade, seu desenvolvimento pode ser comprometido”, explica Adriana Tedesco, especialista em iluminação saudável.

Nesse contexto, a iluminação dos espaços infantis tem se mostrado uma ferramenta eficaz para motivar as crianças a se afastarem dos dispositivos eletrônicos e se engajarem em brincadeiras que estimulam o corpo e a mente. Adriana ressalta que ambientes lúdicos, compostos por elementos circulares, esféricos e orgânicos, criam uma maior interação das crianças com o espaço. “Quando projetamos ambientes para elas, utilizamos a luz artificial como estratégia para estimular brincadeiras que promovem uma verdadeira festa química no cérebro, auxiliando também na concentração, aprendizagem e memória.”

Essas técnicas, segundo Adriana, ajudam as crianças a se desconectarem do celular e se sentirem atraídas pela socialização e pelas brincadeiras. A especialista detalha como a luz pode ser explorada de forma lúdica: “Imagens impressas em telas tensionadas, com iluminação dinâmica, regulam hormônios de acordo com o ciclo circadiano, enquanto a iluminação colorida traz sensações mais envolventes e interativas.”

A criação de ambientes que simulam cenários naturais, como parques, florestas ou praias, através de telas iluminadas em formas orgânicas e circulares nos tetos e nas paredes, também tem um papel importante nesse estímulo. “Essa conexão visual com o exterior atrai naturalmente as crianças e as mantêm mais engajadas na brincadeira”, observa Adriana. Além disso, ela aponta que a simulação de um céu estrelado, feita com fibra ótica, é uma técnica eficaz para prender a atenção dos pequenos e reduzir a tensão neural.

Outras estratégias incluem caminhos de neon LED no chão, piscinas de bolinhas iluminadas e cachos de fibra ótica, que permitem uma interação segura e divertida com a luz. “Esses elementos complementam os espaços lúdicos e garantem que as crianças permaneçam por mais tempo nesses ambientes que estimulam a criatividade e a brincadeira, fases cruciais para o desenvolvimento infantil”, conclui Adriana.

Enquanto os pais buscam formas de equilibrar o tempo de uso das telas com outras atividades, criar espaços que incentivem o brincar de forma interativa e envolvente pode ser uma solução eficaz para ajudar as crianças a se desconectarem do mundo digital e explorarem o que a infância tem de mais natural: o brincar.

Categorias
Sem categoria

7 benefícios que a iluminação saudável proporciona para uma melhor qualidade de vida

A especialista Adriana Tedesco mostra como a luz influencia na saúde física, mental e emocional

Nem todos sabem, mas a iluminação do ambiente é extremamente importante para a saúde. Ela é responsável por enviar um sinal para o nosso relógio biológico, desencadeando diversas ações no organismo, como a secreção de melatonina, produção de hormônios, digestão, aumento ou diminuição da força muscular, regulação da temperatura corporal e resposta imune.

Ela influencia não apenas nossa saúde física e mental, mas também o estado de humor. Adriana Tedesco, especialista em iluminação saudável, destaca a importância de projetar ambientes luminosos de maneira consciente para melhorar a saúde do espaço e, consequentemente, a qualidade de vida das pessoas.

Ao considerar a ambiência luminosa de um local, Tedesco ressalta que ambientes deficientes em referências e elementos naturais podem agravar sintomas e impactar negativamente o bem-estar das pessoas. A falta de sincronização com a natureza pode ser tratada e melhorada por meio do design de um ambiente luminoso que priorize a saúde.

“O ambiente onde passamos a maior parte do tempo, seja em casa ou no trabalho, tem uma influência significativa em nosso estado de humor e em nossa saúde como um todo. A iluminação elétrica pensada nesse sentido é essencial”, destaca Tedesco.

A especialista também enfatiza a importância de explorar o ambiente como um reflexo do comportamento e da consciência das pessoas. Ao iluminar o espaço de forma personalizada, considerando as necessidades individuais, é possível criar uma estratégia de iluminação que motive e estimule atividades diárias.

“A luz pode ser um aspecto motivacional para a vida cotidiana. Ao compreender melhor os usuários dos espaços, podemos personalizar a iluminação, desde o despertar até as atividades diárias, tornando o ambiente um facilitador das metas individuais e proporcionando uma experiência mais gratificante”, explica Tedesco.

Confira 7 benefícios que a iluminação correta proporciona para a Saúde, segundo a especialista:

1- Combate da ansiedade e depressão
“Se estamos falando sobre ansiedade e estresse, temos sempre que pensar em como o ambiente, de certa forma, vai interferir e impactar a pessoa e como pode estar agravando um quadro de ansiedade por estar emitindo, dependendo do espectro da luz, uma ativação maior de irritabilidade, deixando a pessoa mais alerta. E, obviamente, isso acaba aumentando a ansiedade. Por outro lado, a terapia com Luz é uma aliada no tratamento da depressão, podendo restabelecer o equilíbrio natural do nosso corpo, como a baixa da pressão arterial, da frequência cardíaca e do estresse, mantendo saudável  nossa mente e  nosso corpo. Inclusive, é possível minimizar os impactos negativos da depressão, principal causa de suicídios em nosso país”.

2- Melhora do sono
“Através de estratégias técnicas específicas, onde projetamos a luz levando em consideração, posicionamento, angulações, temperatura de cor, análise espectral, tipo de iluminador, conseguimos criar cenários noturnos que podem contribuir para melhorar a qualidade do sono, possibilitando que a fisiologia noturna aconteça de forma natural. Com isso os usuários dos espaços terão melhores condições de entrarem em estado de relaxamento e calmaria”.

3- Maior concentração em ambientes de trabalho
“Uma boa iluminação para ambientes de trabalho deve atender as necessidades humanas, por isso deve considerar colocar a luz em movimento, que precisa ser o mais próximo possível do ciclo natural que o sol faz durante o dia, ou seja, simular a passagem do tempo, entregando aos usuários as informações corretas do horário do dia em que estamos, mudando em temperatura de cor e intensidade, para que o organismo fique sincronizado com a natureza, funcionando de maneira mais equilibrada e garantindo uma performance maior”.

4- Ter um ambiente escolar mais produtivo
“O que mais observamos são as questões que podem interferir biologicamente na saúde dos alunos e professores, como por exemplo o ofuscamento gerado por alguns tipos de luminárias que não possuem este controle e que acabam emitindo níveis acima do permitido em normativas. Sem falar no contraste, que obriga nosso aparelho óptico a estar em constante readaptação. Isso gera uma fadiga visual, que causa náuseas, dores de cabeça, pálpebras pesadas, vermelhidão, lacrimejo, um incômodo de forma geral, que também são sinais de irritação na retina”.

5- Contribuir para melhora dos sintomas do autismo
“A iluminação é o start de toda ação terapêutica que acontece ali. Ela é uma ferramenta diferenciada para esses processos terapêuticos para trabalhar esse tipo de transtorno. De uma forma geral ela tem bastante resultado na questão da melhora da comunicação com o mundo externo e alguns resultados se mostram bastante eficazes na questão da capacidade de se comunicar com o meio, reestabelecendo e criando novas conexões neurais”.

6- Prolongar vida das plantas em ambientes fechados
“A introdução de vegetação em ambientes fechados é uma estratégia bem-sucedida para trazer a natureza para o nosso dia a dia. Para o metabolismo e desenvolvimento das plantas em locais sem luz natural plena, a iluminação artificial é vital. Através de um avançado sistema tecnológico de luz artificial, conseguimos fornecer a energia adequada que é absorvida pela planta, principalmente nos espectros azul e vermelho”.

7- Ajudar na recuperação de enfermos
Uma das estratégias utilizadas, considerada uma das mais importantes para um espaço de saúde, é a “luz dinâmica”, onde possibilita que as pessoas percebam a passagem do tempo, já que ela simula todas as etapas da luz natural, além de trazer as informações dos espectros da luz que cada temperatura de cor carrega, conforme o horário do dia. Desta forma podemos afirmar que todas estas estratégias, através da luz, contribuem para acelerar o processo de cura”.

Além disso, Tedesco reforça a influência da iluminação na qualidade do sono, já que estudos mostram uma correlação entre a doença de Alzheimer e a privação do sono, ressaltando a importância de criar ambientes propícios para a indução do sono. A luz adequada contribui para uma qualidade e profundidade de sono melhor, impactando positivamente na saúde cerebral.

“O mais importante é informar as pessoas sobre essa questão para que elas possam observar a qualidade da luz do local onde elas passam a maior parte do dia. A luz é uma fonte de energia vital e é importante que a gente cuide da qualidade da luz que estamos expostos todos os dias. Seja luz natural ou artificial. É um processo de conscientização de toda a sociedade em relação à importância desse assunto que realmente traz consequências sérias para nossa saúde se não for feito de forma correta. Por isso minha missão é a de projetar ambientes luminosos saudáveis, para possibilitar que nossas casas sejam parte importante de nossos processos de terapia, evolução e cura”, finaliza Adriana.

Categorias
Sem categoria

Abril Azul reforça a importância da iluminação saudável para os 2 milhões de autistas no Brasil


Especialista explica como ajustes na iluminação podem reduzir desconforto sensorial e melhorar a qualidade de vida

Abril é reconhecido mundialmente como o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), uma iniciativa que visa promover a inclusão e compreensão das pessoas autistas. A campanha nacional de 2025, com o tema “Informação gera empatia, empatia gera respeito” e a hashtag #RESPECTRO, destaca a importância do conhecimento na construção de uma sociedade mais acolhedora. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que no Brasil, estima-se que existam cerca de 2 milhões de pessoas com autismo.

Dentro desse contexto, a atenção ao ambiente físico, especialmente à iluminação, desempenha um papel crucial no bem-estar das pessoas com TEA. “Muitos indivíduos autistas apresentam hipersensibilidade sensorial, tornando-os mais suscetíveis a estímulos como luzes intensas ou cintilantes. Uma iluminação inadequada pode gerar desconforto, ansiedade e dificuldades na interação social”, explica Adriana Tedesco, naturopata e especialista em iluminação saudável.

Para criar espaços mais confortáveis e inclusivos, Adriana sugere algumas práticas de iluminação adequadas para pessoas com TEA:

  • Iluminação homogênea e suave: “Evitar contrastes acentuados e utilizar luzes difusas ou indiretas contribui para um ambiente mais tranquilo e previsível para a pessoa autista”.
  • Temperatura de cor adequada: “A luz deve ser adaptativa e projetada de forma personalizada, de acordo com o uso do ambiente, atividades realizadas e particularidades dos usuários. Uma boa indicação é a luz dinâmica, aquela que vai alternando em cor e intensidade ao longo do dia, simulando as nuances da luz natural”.
  • Equipamentos com alto índice de reprodução de cor (IRC): “A luz de qualidade melhora a percepção do ambiente e pode ajudar na orientação espacial, reduzindo a sensação de confusão”.
  • Evitar lâmpadas fluorescentes: “Essas lâmpadas podem emitir ruídos e cintilações que, embora imperceptíveis para a maioria das pessoas, podem ser extremamente incômodos para indivíduos com TEA. A escolha de lâmpadas de LED de boa qualidade é mais segura”.

Além das adaptações ambientais, Adriana destaca que a iluminação também pode ser utilizada como uma ferramenta terapêutica. “A iluminação regulada pode auxiliar na produção de neurotransmissores como serotonina e melatonina, ajudando na regulação do sono e na redução de estresse e ansiedade”.

A conscientização sobre o impacto da iluminação no dia a dia das pessoas com TEA é fundamental. “Ao promover ambientes com iluminação adequada, estamos contribuindo para o bem-estar e a inclusão, respeitando as necessidades sensoriais de cada indivíduo”, conclui Adriana Tedesco. Neste Abril Azul, a informação se torna uma ferramenta poderosa para construir um mundo mais empático e acessível para todos.

Categorias
Sem categoria

Volta às aulas: iluminação saudável aumenta performance dos alunos em 33%

Volta às aulas: iluminação saudável aumenta performance dos alunos em 33%

Especialista alerta para os perigos da má iluminação no ambiente escolar

O mês de janeiro passou num piscar de olhos e já estamos entrando no mês de volta às aulas e uma série de adaptações na rotina de férias começam a acontecer. Isso passa por acordar cedo, se acostumar ao dia a dia na escola e também retomar e recuperar a autonomia de gerenciar tantas atividades.

E voltando a este ambiente, a naturopata e especialista em projetos de iluminação saudável, Adriana Tedesco, alerta para a iluminação nas salas de aula, que pode interferir de várias formas no desempenho dos alunos e na atuação dos professores. Ela pode ser positiva, contribuindo para que eles fiquem mais focados e tenham uma maior produtividade, como de forma negativa, causando desconforto, irritação, sono e problemas visuais.

“O ideal de iluminação para uma sala de aula, é a personalização das atividades, salas com controle de intensidades e da temperatura de cor da luz, para atender  melhor às necessidades ali propostas. Ou seja, a luz não pode ser estática, um bom projeto de iluminação precisa levar em consideração a forma como o organismo reage à luz”, explica.

Segundo a especialista, a iluminação precisa atender as normativas técnicas e as questões biológicas. A luz precisa ser uniforme, sem sombras e contrastes, com controle de ofuscamento, difusa e atendendo as necessidades visuais de tarefa. Ou seja, a quantidade de luz natural que adentra as salas também precisa ser considerada, para ser aproveitada de forma a contribuir para o espaço.

Uma pesquisa feita pela Philips evidenciou um aumento de 33% na performance acadêmica dos alunos que foram submetidos a salas de aulas com iluminação personalizada e controlada, em comparação aos que continuaram com a iluminação estática e convencional. Até porque, uma má iluminação nas salas de aulas, sob o ponto de vista da saúde dos usuários, pode vir a desencadear ou agravar alguns problemas.

“O que mais observamos são as questões que podem interferir biologicamente na saúde dos alunos e professores, como por exemplo o ofuscamento gerado por alguns tipos de luminárias que não possuem este controle e que acabam emitindo níveis acima do permitido em normativas. Sem falar no contraste, que obriga nosso aparelho óptico a estar em constante readaptação. Isso gera uma fadiga visual, que causa náuseas, dores de cabeça, pálpebras pesadas, vermelhidão, lacrimejo, um incômodo de forma geral, que também são sinais de irritação na retina”, alerta Adriana.

Todo esse desconforto leva a mudanças de humor que acabam impactando bastante na produtividade. Por isso, outra questão importante é a temperatura de cor da luz. Ela atua diretamente na informação que será  levada ao organismo, desencadeando a síntese de determinados hormônios que influenciam no humor, como por exemplo o cortisol.

É possível manipular a iluminação para que estes espectros emitidos pela luz venham a contribuir para aumentar a concentração e produtividade em determinados horários. Um bom exemplo de como isso pode funcionar na prática é a personalização controlada da luz nas salas de aula, como cita a especialista.

“Nos primeiros 30 minutos, na chegada dos alunos à sala, a luz deve estar com temperatura de cor acima de 6500k, para encerrar o que pode ter restado do ciclo do sono dos alunos. Assim como no final das aulas e no período de descanso, a temperatura da cor da luz deve cair para 2700k, trazendo calmaria e relaxamento, compensando as atividades que estimularam períodos de grande concentração”.

Cada canto da escola precisa ser iluminado de acordo com suas particularidades, suas dinâmicas e o  tipo de atividades que acontecem ali, um laboratório de aulas práticas deve ter uma intensidade e temperatura de cor bastante distinta, de sala de descompressão para professores, ou corredores e banheiros.

E para todo esse controle, a tecnologia mais utilizada hoje nos projetos de iluminação é a Led, já que permite manipular os espectros da luz tanto no grau de abertura, intensidade e também no ofuscamento de forma mais precisa.

Idade também influencia

Adriana afirma que uma iluminação saudável para ambientes escolares deve também considerar a idade dos alunos. Para crianças pequenas, que ainda não estão em atividades de escrita, por exemplo, a iluminação deve ser muito mais lúdica, normalmente explorando bastante cenários que simulam artificialmente através da luz, cenas naturais, conectadas  com o externo, que remetam a natureza e que contribuem para que elas se sintam mais acolhidas e pertencentes aos espaços.

“Isso ajuda a diminuir a resistência ao  ingresso  na instituição, facilitando a liberação do estresse, promovendo o estímulo aos sentidos, proporcionando relaxamento, controlando a ansiedade e diminuindo a agressividade. Tudo precisa ser pensado para uma melhor saúde e bem-estar de quem utiliza esses espaços”.

Categorias
Sem categoria

Adriana Tedesco leva a expertise em Iluminação Integrativa para palestra nos EUA


No dia 13 de novembro, Adriana Tedesco, lighting designer, naturopata e especialista em iluminação saudável, vai palestrar no AD Club, em Orlando (EUA). Ela apresentará suas pesquisas sobre Iluminação Integrativa em um workshop ao lado de Ivi Fogaça, arquiteta especialista em Neuroarquitetura e Ambientes de Trabalho Inteligentes.

“Este workshop será uma oportunidade única para discutirmos como os ambientes podem influenciar o comportamento humano e promover bem-estar e melhorar a qualidade de vida”, destaca Adriana. O convite surgiu pela participação dentro de um projeto colaborativo nos Estados Unidos, iniciado com Ivi Fogaça e outros especialistas, cada um na sua área, voltado à neuroarquitetura e sua aplicação em ambientes terapêuticos, como o projeto “Nossa Maria”, que visa comprovar cientificamente o impacto do design de ambientes nos processos de cura.

Adriana foi responsável pelo pela iluminação deste projeto: uma sala terapêutica adaptada para Maria, uma criança diagnosticada com a síndrome de Sanfilippo. “Todo o trabalho foi baseado em evidências científicas. Aplicamos estratégias que podem ser posteriormente registradas para comprovação de como o ambiente influencia na recuperação de pacientes”, explica Adriana, destacando que o ambiente pode modular o comportamento e auxiliar no bem-estar.

Durante o evento, Ivi abordará a neuroarquitetura, enquanto Adriana trará sua expertise em iluminação integrativa, que busca alinhar os estímulos luminosos aos ritmos naturais do corpo. “Iluminação não é apenas funcional; ela pode ser uma ferramenta para promover saúde física e mental. A neuroiluminação que aplicamos segue essa filosofia, de que a luz pode melhorar a qualidade de vida das pessoas”, afirma Adriana.

Ela diz ainda que a iluminação adequada pode ser um verdadeiro suporte em momentos de crise em pessoas com espectro autista. “Ao criar ambientes com luzes mais acolhedoras, conseguimos reduzir a ansiedade e proporcionar um maior conforto emocional”.

Com uma carreira marcada pela busca de soluções inovadoras, Adriana acredita que eventos como o do AD Club são fundamentais para expandir a conscientização sobre a neuroarquitetura e a iluminação integrativa. “Minha missão é mostrar como essas práticas podem transformar não só espaços, mas também vidas. Ao integrar a ciência e o design, podemos criar ambientes que verdadeiramente contribuem para o bem-estar físico e mental”, afirma Adriana, que segue levando sua expertise a novos patamares no cenário internacional.

Com grande repercussão em suas redes sociais, Adriana destaca a importância de representar a região no cenário internacional. “Estar nos Estados Unidos, compartilhando conhecimento com profissionais de todo o mundo, é uma oportunidade incrível de mostrar o que estamos fazendo aqui no Brasil”, conclui.

Categorias
Sem categoria

Luz elétrica ajuda a estimular brincadeiras e afastar crianças das telas

Em um cenário onde crianças e adolescentes estão cada vez mais conectados, os pais enfrentam um desafio crescente: incentivar os filhos a se desligarem das telas e explorarem atividades que promovam seu desenvolvimento. Dados recentes do IBGE, divulgados em 2022, revelam que 91,4% das crianças e adolescentes entre 10 e 13 anos possuem um celular para uso pessoal no Brasil, reforçando a necessidade de estratégias que estimulem a brincadeira fora do mundo digital.

A Sociedade Brasileira de Pediatria é clara em sua orientação: crianças menores de 2 anos de idade não devem ser expostas a telas, enquanto crianças entre 2 e 5 anos devem ter o tempo de tela limitado a, no máximo, uma hora por dia. Já crianças entre 6 e 10 anos devem utilizar telas por até duas horas diárias, e crianças maiores e adolescentes, entre 11 e 18 anos, não devem ultrapassar o tempo limite de três horas de tela por dia, incluindo o uso de televisão e videogames.

O ato de brincar é essencial para o desenvolvimento infantil. Além de ser uma atividade prazerosa, ele promove habilidades fundamentais como criatividade, empatia, colaboração e a capacidade de se relacionar com os outros. “Brincar alivia o estresse e aumenta a sensação de bem-estar. Quando as crianças são privadas dessa oportunidade, seu desenvolvimento pode ser comprometido”, explica Adriana Tedesco, especialista em iluminação saudável.

Nesse contexto, a iluminação dos espaços infantis tem se mostrado uma ferramenta eficaz para motivar as crianças a se afastarem dos dispositivos eletrônicos e se engajarem em brincadeiras que estimulam o corpo e a mente. Adriana ressalta que ambientes lúdicos, compostos por elementos circulares, esféricos e orgânicos, criam uma maior interação das crianças com o espaço. “Quando projetamos ambientes para elas, utilizamos a luz artificial como estratégia para estimular brincadeiras que promovem uma verdadeira festa química no cérebro, auxiliando também na concentração, aprendizagem e memória.”

Essas técnicas, segundo Adriana, ajudam as crianças a se desconectarem do celular e se sentirem atraídas pela socialização e pelas brincadeiras. A especialista detalha como a luz pode ser explorada de forma lúdica: “Imagens impressas em telas tensionadas, com iluminação dinâmica, regulam hormônios de acordo com o ciclo circadiano, enquanto a iluminação colorida traz sensações mais envolventes e interativas.”

A criação de ambientes que simulam cenários naturais, como parques, florestas ou praias, através de telas iluminadas em formas orgânicas e circulares nos tetos e nas paredes, também tem um papel importante nesse estímulo. “Essa conexão visual com o exterior atrai naturalmente as crianças e as mantêm mais engajadas na brincadeira”, observa Adriana. Além disso, ela aponta que a simulação de um céu estrelado, feita com fibra ótica, é uma técnica eficaz para prender a atenção dos pequenos e reduzir a tensão neural.

Outras estratégias incluem caminhos de neon LED no chão, piscinas de bolinhas iluminadas e cachos de fibra ótica, que permitem uma interação segura e divertida com a luz. “Esses elementos complementam os espaços lúdicos e garantem que as crianças permaneçam por mais tempo nesses ambientes que estimulam a criatividade e a brincadeira, fases cruciais para o desenvolvimento infantil”, conclui Adriana.

Enquanto os pais buscam formas de equilibrar o tempo de uso das telas com outras atividades, criar espaços que incentivem o brincar de forma interativa e envolvente pode ser uma solução eficaz para ajudar as crianças a se desconectarem do mundo digital e explorarem o que a infância tem de mais natural: o brincar.